Que te olho muito profundamente.
Desculpa
Tudo que vivi foi profundamente
Eu te ensinei quem sou...
E você foi me tirando
Os espaços entre os abraços
Guarda-me apenas uma fresta.
Eu que sempre fui livre
Não importava o que os outros dissessem.
Até onde posso ir pra te resgatar?
Reclama de mim como se houvesse a possibilidade...
De me inventar denovo.
Desculpa...se te olho profundamente
Rente a pele...
A ponto de ver seus ancestrais
Nos seus traços.
A ponto de ver a estrada
Muito antes dos seus passos.
Eu não vou separar minhas vitórias
Dos meus fracassos!
Eu não vou renunciar a mim;
Nenhum pedaço, nenhuma parte do meu ser
Vibrante, errante, sujo, quente.
Eu quero estar viva e permanecer
Te olhando profundamente!
(Ana Carolina)
Liindooo! Postei no meu blog essa semana! sauhuhas
ResponderExcluirEu ate arrepio com a Ana dizendo isso o.O
beeijos