No teatro grego, a máscara servia para dar aos atores a sua personagem, a sua persona (= máscara). As máscaras eram tipificadas, correspondendo a um tipo de personagem pré-determinado, tendo também expressões faciais imutáveis que indicavam o destino último da personagem. Escondendo o rosto, os actores representavam usando apenas o tom de voz e o gesto. Ao longo do desenvolvimento do teatro, as máscaras foram sendo abandonadas, embora haja casos de reaparição, como na Commedia dell’Arte italiana. As máscaras cómica e trágica do teatro grego ainda hoje representam, em conjunto, o teatro: afinal, os atores, ao assumirem uma personagem, estão ainda a colocar uma máscara sobre si mesmos. De certa forma, a maquiagem e o guarda-roupa mantém a ideia de máscara, ou seja, de substituição da pessoa do ator por uma "persona" durante o tempo que dura a representação. 13 maio, 2010
Máscaras
No teatro grego, a máscara servia para dar aos atores a sua personagem, a sua persona (= máscara). As máscaras eram tipificadas, correspondendo a um tipo de personagem pré-determinado, tendo também expressões faciais imutáveis que indicavam o destino último da personagem. Escondendo o rosto, os actores representavam usando apenas o tom de voz e o gesto. Ao longo do desenvolvimento do teatro, as máscaras foram sendo abandonadas, embora haja casos de reaparição, como na Commedia dell’Arte italiana. As máscaras cómica e trágica do teatro grego ainda hoje representam, em conjunto, o teatro: afinal, os atores, ao assumirem uma personagem, estão ainda a colocar uma máscara sobre si mesmos. De certa forma, a maquiagem e o guarda-roupa mantém a ideia de máscara, ou seja, de substituição da pessoa do ator por uma "persona" durante o tempo que dura a representação. 11 maio, 2010
Mágramática
Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser
Todo verbo é livre para ser direto ou indireto
Nenhum predicado será prejudicado
Nem tampouco a frase, nem a crase
Nem a vírgula e ponto final
Afinal, a má gramática da vida
Nos põe entre pausas
Entre vírgulas
E estar entre vírgulas
Pode ser aposto
E eu aposto o oposto
Que vou cativar a todos
Sendo apenas um sujeito simples
Um sujeito, sua oração
Sua pressa e sua prece
Que enxerguemos o fato
De termos acessórios para a nossa oração
Separados ou adjuntos
Nominais ou não
Façamos parte do contexto
Sejamos todas as capas de edição especial
Mas, porém, contudo,entretanto,todavia,não obstante
Sejamos também a contracapa
Porque ser a capa e ser contracapa
É a beleza da contradição
É negar a si mesmo
E negar-se a si mesmo
É muitas vezes encontrar-se com Deus
Com o teu Deus
Sem horas e Sem dores
Que nesse momento em que cada um se encontra agora
Um possa se encontrar no outro
E o outro no um
Até por que
Tem horas que a gente se pergunta...
Porque é que não se junta tudo numa coisa só?
O Teatro Mágico
Todo verbo é livre para ser direto ou indireto
Nenhum predicado será prejudicado
Nem tampouco a frase, nem a crase
Nem a vírgula e ponto final
Afinal, a má gramática da vida
Nos põe entre pausas
Entre vírgulas
E estar entre vírgulas
Pode ser aposto
E eu aposto o oposto
Que vou cativar a todos
Sendo apenas um sujeito simples
Um sujeito, sua oração
Sua pressa e sua prece
Que enxerguemos o fato
De termos acessórios para a nossa oração
Separados ou adjuntos
Nominais ou não
Façamos parte do contexto
Sejamos todas as capas de edição especial
Mas, porém, contudo,entretanto,todavia,não obstante
Sejamos também a contracapa
Porque ser a capa e ser contracapa
É a beleza da contradição
É negar a si mesmo
E negar-se a si mesmo
É muitas vezes encontrar-se com Deus
Com o teu Deus
Sem horas e Sem dores
Que nesse momento em que cada um se encontra agora
Um possa se encontrar no outro
E o outro no um
Até por que
Tem horas que a gente se pergunta...
Porque é que não se junta tudo numa coisa só?
O Teatro Mágico
07 maio, 2010
05 maio, 2010
A Experiência Criativa
"Todas as pessoas são capazes de atuar no palco. Todas as pessoas são capazes de improvisar. As pessoas que desejarem são capazes de improvisar e ter valor no palco.
Aprendemos através da experiência, e ninguem ensina nada a ninguém. Isto é valido tanto para a criança que se movimenta inicialmente chutando o ar, engatinhando e depois andando, como para o cientista com suas equações.
Se o ambiente permitir, pode-se aprender qualquer coisa, e se o indivíduo permitir, o ambiente lhe ensinará tudo o q ele tem para ensinar. "Talento" ou "falta de talento" tem muito pouco a vercom isso."
04 maio, 2010
TEATRO = espaço-ator-autor-espectador
Para que exista teatro é necessário um ator e um espectador. Ampliando esse conceito, podemos acrescentar também um espaço e um autor.
O espaço, não necessariamente o palco tradicional, pode ser uma rua, o bar, a sala de aula, o pátio do colégio, a igreja, ou até a carroceria de um caminhão. E o autor é quem, a partir de uma idéia, um pensamento, escreve o texto ou o roteiro para o elenco entrar em ação no espaço escolhido.
Somar a tudo isso a reflexão a discussão a respeito do homem e da realidade que o cerca não anula, dimiui ou descaracteriza a arte teatral. Ao contrário, enriquece-a.
O teatro mostra uma fatia da realidade ou do sonho. As vezes ácido, ás vezes doce. Faz pensar, rir e chorar. Reflete, recria, revive o exercício da Vida.
Assim espaço-ator-autor-espectador formam a quimica perfeita para um ritual ou cerimônia mágica capaz de nos levar á fantasia ou a realidade. Ator e espectador tornam-se cúmplices na busca da ilusão ou do conhecimento crítico da realidade - na busca de um olhar mais consciente e sensível que protege um novo homem. transformador, capaz de construir um mundo melhor.
Assinar:
Comentários (Atom)


